quinta-feira, 12 de março de 2015

Giz


O Quadro deixará de estar disponível após o dia 16 de Março, dia em que celebra 7 anos.
Não sou supersticiosa e não acredito que a vida se divida em ciclos de 7 anos, como alguns teóricos que navegam por aí. Nasci no dia 7 do mês 7, vivo no lote 7, apanho o autocarro número 7 quase todos os dias… o 7 persegue-me mas, não me traz sorte e eu gosto é do 9. As razões que me levam a fazê-lo são outras.
Já há muito que o Quadro ‘esfriou’. Não me deixa satisfeita vê-lo assim, em decadência. Por isso, acho que é o momento de executar a capitulação há muito adiada.
Sete anos é muito tempo! Vivi e aprendi muito nesse período, também errei e dei muitas cabeçadas. Mudei opiniões, só os burros é que não mudam e conheci pessoas fantásticas. Vocês! Agradeço a todos os que foram passando por aqui. Apesar de este não ser um blog pessoal por vezes a minha vida invadia-o e apesar da distância vocês serviram-me muitas vezes de suporte ou escape, obrigada.
Aproveitem os últimos dias para passear pelos posts mais antigos (os bons!).
Continuarei por aí, a ler-vos e comentar.  Talvez volte a publicar mas, noutro local e de outra forma.

Levo-vos no coração.





quarta-feira, 11 de março de 2015

Notas de leitura


Desisto, previamente, de saber o que é um poema, como desisto de saber o que é seja o que for. (Vivemos rodeados de «mistério; mas só pomos em causa o «mistério» do que é o homem, porque só com esse jogamos a nossa sorte.)

Vergílio Ferreira in Sob o Signo da Poesia, Árvore:folhas de poesia, fasc 2- Inverno de 1951 (aqui)


terça-feira, 10 de março de 2015

Oh, sr Presidente

Obrigada, por se ter lembrado de mim! 
Fiquei muito lisongeada mas, como sabe, ainda não tenho idade para essas coisas...



sábado, 7 de março de 2015

Notas de Leitura


Tudo se está fazendo. Se cruzarmos os braços, as coisas e as ideias voltam ao caos, e os fantasmas da necessidade e da morte adquirem novo alento pela nossa desistência. Era indecente que um só tivesse carregado a cruz uma só vez. O cristão sabe que deve levá-la todos os dias. A cada hora basta a sua pena, mas cada hora precisa duma dor nossa para se sentir acordada. A Esfinge não é um enigma resolvido nem a resolver nos séculos futuros. A Poesia não é uma árvore morta nem a fazer florir nas colinas de amanhã. É a resolução que damos à história, aos encontros, às promessas de cada vez que consentimos descer das palavras à dificuldade dos actos. Ou subimos dos actos à corola mágica das palavras com que os arrancamos à certa desolação do tempo e da morte.


Eduardo Lourenço, Esfinge ou a Poesia, Árvore: folhas de poesia, fasc 1 - Outono de 1951 (aqui)








sexta-feira, 6 de março de 2015

Acho que me vou distrair daquilo do IRS


Até porque ando com uma certa falta de dinheirinho...
Não faz mal? Ou faz?
Aquilo acaba por prescrever, não é?


quinta-feira, 5 de março de 2015

Também reparo nas coisas importantes

Há uma estranha relação entre gestores da PT e pulseirinhas  à surfista.
Onde terá o Granadeiro escondido a dele?